22 de julho de 2009. Hoje é o dia em que começo a escrever sobre pequenas histórias da minha vida. Histórias que, na minha visão, merecem ser contadas. Sei lá, de tão pessoais e corriqueiras podem servir de inspiração para alguém. São breves crônicas profissionais, situações engraçadas ou emocionantes pelas quais passei, dias que ficaram na minha memória.
A quem interessar possa, boa leitura.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O dia em que...
terça-feira, 21 de julho de 2009
Com essa foto dá pra vender o quê?

Quais associações criativas essa imagem inspira? Manda aí.
Semana que vem nós publicamos o anúncio original.
Twittada
Deu em alguns jornais esta semana: "Diversos containers vindos da Inglaterra estavam carregados de lixo. Governo brasileiro diz que vai devolver tudo".
Bem que podiam colocar o Sarney e mais alguns lixos na devolução.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Filosofia de segunda
Filosofia X Verdade
Na maioria das vezes que ouvimos falar de Filosofia, de uma forma ou de outra, a associamos a busca pela Verdade, com V maiúsculo. A obcecada caça ao Ser, à essência última das coisas.O instrumento para alcançar essa suposta realidade só poderia ser a razão. Através desta, cria-se uma teoria e nasce um problema filosófico (filosofema). Entretanto, vale ressalta que geralmente um filosofema é gestado pelo próprio filósofo que o tenta desvendar.
Olhando para trás, então, a filosofia do último século propôs-se a um auto-questionamento, colocando em xeque a própria filosofia. Mais que isso: a filosofia começou a investigar a legitimidade dos filosofemas, investigar se existem, de fato, problemas genuínos.
Um grande exemplo é o inglês Gilbert Ryle (1900-1976). Ryle foi um grande crítico do dualismo cartesiano (divisão e relação corpo-mente) e afirmava que a história da filosofia poderia ser um grande mal entendido.
No entanto, a filosofia contemporânea, ao questionar os problemas e, principalmente, o dogmatismo da “tradição filosófica” é tão dogmática quanto ela, pois também almeja uma resposta conclusiva; também tenta imprimir um conhecimento definitivo do seu objeto.
Nesse conflituoso cenário emerge a importância do ceticismo.
Atualmente, o termo cético é usado vulgarmente para expressar aquele que não acredita em nada. Em termos filosófcos, relaciona se o ceticismo à impossibilidade de conhecimento.
Mas o ceticismo pirrônico, oriundo na Grécia Antiga, jamais postulou tais teorias.
Os céticos combatiam as doutrinas filosóficas que pretendiam estabelecer a verdade, a essência das coisas. Combatiam toda manifestação dogmática. Então, se o ceticismo afirmasse a impossibilidade do conhecimento, estaria sendo tão dogmático quanto à “tradição”, pois ao afirmar ou negar, faz-se um juízo, logo há um dogma.
Segundo Sexto Empírico (século II), num debate, em teorias antagônicas ou conflitantes, não podemos legitimar nem um lado nem outro. O cético é aquele que examina racionalmente, investiga constantemente os conceitos, sem a pretensão de chegar a uma conclusão. Posto um argumento, há a possibilidade de outro antagônico com a mesma força persuasiva. O próprio cético perante um argumento mais fraco pode e deve (aos moldes dogmáticos) construir argumentos opostos para que ambos sejam eqüipotentes, portanto indecidíveis.
A indecidibilidade perante os raciocínios leva o cético suspender seu juízo. Com isso, ele garante a tranqüilidade da alma (ataraxia), já que a busca pela verdade é perturbadora. Ciente da impossibilidade da verdade, ao contrário do que possa parecer, o cético não “cruza os braços”. Ele é um investigador constante com seu conteúdo de pesquisa sempre renovado.
O que se evidencia necessário, pois, é a substituição do Logos pelas impressões do mundo fenomênico, sensível (para os céticos o Logos é um grande enganador; Sexto Empírico chega a comparar algumas filosofias a discursos míticos, oníricos). Fazendo uso de uma linguagem comum, ordinária, é possível discutir questões, discordar ou concordar. Então, são levantadas hipóteses, sem a pretensão de uma resposta verdadeira ou falsa. No máximo, o que existe são respostas mais ou menos apropriadas.
sábado, 18 de julho de 2009
Doce Deleite
Ontem assisti à peça "Doce Deleite" no Theatro Pedro II.
E, cá para nós, o espetáculo faz jus ao título.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Com essa foto a Saatchi & Saatchi da China vendeu...

Ariel. Conceito: Não se assuste.
Rafael Nascimento foi nessa linha:
OMO White - deixa suas roupas brancas e cheirosas.
Você trabalha, a Omo limpa.
Agora as três melhores idéias, na nossa opinião, foram:
Não estrague a lua de mel. Deixe tudo bem limpo antes de casar.
Sanna's - sabonete íntimo feminino.
Criação do Douglas Padilha. Parabéns, Douglas!
Estrela Nova, buffets para eventos e casamentos. Com a gente você nunca vai ficar na mão.
Criação da Fernanda. Valeu, Fernanda!
Há formas melhores de economizar. Fininvest.
Criação da Nielle. Boa, Nielle!
Obrigado a todos que participaram. Bom fim de semana!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Toca Raul!
Na última segunda (13/7) comemorou-se o Dia Mundial do Rock.
Entre diversas homenagens e histórias publicadas nas mais variadas mídias, me interessei por uma matéria no site do multishow, onde o músico Beto Lee listou os dez discos mais importantes da história, na visão dele.
1- Experience- Are You Experienced? (Jimi Hendrix)
2- Exile On Main St. (Rolling Stones)
3- Appetite For Destruction (Guns N' Roses)
4- Fruto Proibido (Rita Lee & Tutti Frutti)
5- Houses Of The Holy (Led Zeppelin)
6- Revolver (The Beatles)
7- Highway To Hell (AC/DC)
8- Billion Dollar Babies (Alice Cooper)
9- Rocks (Aerosmith)
10- Van Halen (Van Halen)
Eu colocaria o mestre Raulzito no lugar da mamãe Rita, no mais adoço.
E você, concorda com o Beto? Qual o seu top 10?
Opiniões à parte, viva o rock!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Você já testou o bing?

Hoje eu vi notícia no bluebus de que o bing cresceu 8% em junho. Bing é o buscador da Microsoft.
Resolvi testar. Lógico que é novo, que está em fase beta, etc, etc. Mas, sem chance, pelo que vi, pesquisei, experimentei vou continuar por muito, muito e muito tempo com o bom e velho Google.
Faça o teste você mesmo.
E para saber mais, leia: www.mestreseo.com.br/bing/o-que-e-o-bing-microsoft-tenta-voltar-ao-jogo
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Com essa foto dá pra vender o quê?

Quais associações criativas essa imagem inspira? Manda aí.
Semana que vem nós publicamos o anúncio original.
Com essa foto a Y&R, da Argentina, vendeu...

Actron. Analgésico infantil. (Como já havia adiantado o Rafael Almeida.)
Agora as três melhores ideias, em nossa opinião, foram:
A traição pode começar desde cedo.
Garanta sua honra. Detetive Souza.
Criação do Mello. Parabéns, Mello!
Imprevistos acontecem.
Planeje o seu futuro. Previdência Itaú.
Criação do @carlos. Valeu, @carlos!
E pelo bom humor e homenagem ao popstar:
Novo CD do Michael Jackson.
Criação do Marlon Camargo. Boa, Marlon!
Obrigado a todos que participaram. Bom fim de semana!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Da série fórmulas batidas na propaganda...
"Você é o que você...come, veste, faz...."
Afinal, quem sou eu?
Estabelece-se uma dificuldade e entra o magnífico conceito: "existe um jeito mais fácil de..."
ou ainda"ao contrário de X, você precisa de Y".
"Você (ou sua família, ou sua mãe) merece o melhor".
Mereço porque?
"24 horas na internet'
Esse, mais que batido, é imbecilizante.
" Vai surpreender você"
Como, me avisando antes?
Se lembrarem de algo brilhante, contribuam para a lista.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Curtinhas
Ontem fui a uma palestra intitulada "Psiqué, Cultura e Sociedade" ministrada por Vicente Golfeto. Apesar da falta de foco, anotei algumas frases interessantes que quero compartilhar com vocês:
"A vida se digitalizou, mas as emoções continuam analógicas"
" O otimista inventou o avião. O pessimista, o para-quedas"
"Os loucos apontam os caminhos que, mais tarde, serão seguidos pelos sábios"
" No Brasil pagamos imposto (obrigação). Na Inglaterra, pagam tributo (homenagem)".
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Filosofia de segunda
Somos livres?
O debate não é novo. Desde os primórdios da filosofia, discute-se sobre a liberdade humana. Sobre as suas possibilidades.
Numa das extremidades há as correntes filosóficas que defendem a total liberdade humana. O homem é o único animal consciente da própria existência, dotado de vontade e conseqüentemente de escolhas. Sartre, por exemplo, afirma que o homem é, antes de tudo, livre. É absolutamente livre para definir-se, engajar-se, encerrar-se, esgotar a si mesmo. Ele recusa todo determinismo e mesmo qualquer forma de condicionamento. A liberdade humana revela-se na angústia. O homem angustia-se diante de sua condenação à liberdade, pois está condenado a fazer escolhas e a responsabilidade de suas escolhas é tão opressiva que, às vezes, ele procura ideologias que o isentem de tal responsabilidade.
Na outra extremidade, os que dizem não ser bem assim. Segundo os deterministas, todas as ações humanas são regidas por relações de causa-efeito. Os homens são determinados, dentre outros motivos, pelo fato de nascerem naquele local e naquela época. Além do mais, sua existência é ensejada num universo social e cultural que, de certa maneira, forma seu caráter, seus desejos, seus pensamentos, etc.
Entre uma posição e outra da discussão existem inúmeras nuances, várias combinações que não podem ser relegadas. Daí emerge uma questão da mais profunda valia: antes de discutirmos as possibilidades de liberdade, cabe sabermos o que significa essa palavra tão cara à filosofia e à própria vida.
A maioria dos dicionários contemporâneos define o termo como faculdade de escolher; independência.
Para contrapor essa definição um tanto quanto simplista, faremos uso, primeiramente, do pensamento de Spinoza.
Bento de Spinoza (1632-1677) nasceu nos Países Baixos em uma família judaico portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno. Por suas ideias, foi excomungado e tachado de maldito por muitos anos, mesmo após a sua morte.
Com seu panteísmo, ele defendia que Deus e Natureza são dois nomes para a mesma realidade, a única substância em que consiste o universo. Tudo é uma coisa só; tudo é Deus; tudo acontece necessariamente; tudo é como deve ser. Para ele, o comportamento humano é totalmente determinado. Mas nem por isso não há liberdade. Esta consiste justamente em reconhecer essa determinação e compreender por que agimos como agimos. A diferença entre o senhor e o escravo é tênue: o primeiro reconhece a necessidade dos seus atos e o segundo age sem sequer ter noção da sua limitação, inconsciente à necessidade.
Hoje, se perguntássemos às pessoas nas ruas “O que é liberdade para você?”, a grande maioria responderia que ser livre é fazer o que se quer, o que se tem vontade.
Na história da filosofia, não foram poucos os pensadores que trataram do tema. Talvez o mais influente tenha sido Immanuel Kant (1724-1804), considerado o marco inicial da filosofia contemporânea. Ele concebe a liberdade quase que diametralmente oposta à maneira de como o senso comum a define. Kant afirma que, quem faz o que quer, sem anuência da razão, é escravo.
O homem é um ser misto, composto de razão e instinto. Cada uma dessas duas “faculdades” abre uma possibilidade para o agir. Pelas inclinações instintivas, o homem age como um animal, como uma marionete, levado pelos sentidos e pelas emoções (que a primeira vista parecem oriundas do interior do homem, mas na verdade são exteriores).
Na natureza, não há liberdade de escolha, as coisas são o que devem ser. No entanto, o homem tem uma “natureza” peculiar, que não pode ser determinada por coisas exteriores: a racionalidade. E pela racionalidade, o homem atinge a moralidade, o campo onde se encontra a liberdade. Somente pela razão, há a possibilidade de um agir ético capaz de prescindir totalmente do “mundo sensível”, do impulso. A vida ética é determinada por uma lei necessária e universal, que regula a autodeterminação de cada sujeito guiado pelo imperativo categórico. O imperativo é um ato interno do homem, deliberado, que externaliza-se no ato ético. É uma autocoerção.
Agir segundo os imperativos categóricos é agir pelo dever, incondicionalmente, sem ter em vista um fim (agirei bem senão não alcançarei o reino dos céus). Agir por uma condição, faz do ato um mero meio, tornando-o submisso.
Ser livre, então, é ser autônomo, isto, é dar a si mesmo as regras a serem seguidas racionalmente, segundo o imperativo categórico. O ato ético é um ato de obediência a si mesmo, uma auto-imposição que nos orienta a agir segundo uma máxima universalmente válida. Somente assim, segundo Kant, pode fundar-se a verdadeira liberdade humana.
Como posto, há inúmeras possibilidades de análise para o conceito de liberdade. Isso nos leva a considerarmos que podemos e devemos olhar além da fumaça da nossa própria chaminé. Revisitar e reexaminar conceitos tidos como verdadeiros deve ser um exercício constante da nossa racionalidade.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Estágio na Abelha Rainha
Em primeiro lugar, nós da Abelha Rainha, gostaríamos de agradecer a todos que se empenharam e participaram do concurso do estagiário. O desafio era criar uma arte para a música “Epitáfio” dos Titãs.
Dos trabalhos enviados, seguem os 7 selecionados (em ordem alfabética) para as entrevistas.
Daniel Amaral:
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Penso, logo visto.
O Village Motel lança moda.
Com planejamento e criação da agência Abelha Rainha nasceu a coleção Village T-shirt, uma grife de camisetas com frases criativas em todos os tamanhos (masculino e feminino) e cinco cores. As mensagens que estampam as camisetas foram inspiradas em comunidades do orkut, jargões e frases de conscientização e retratam o estilo de vida jovem, irreverente, conectado com as novidades do mundo.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
www.assinamuricy.com.br

A torcida do Palmeiras criou um site para que o técnico Muricy Ramalho aceite a proposta do clube. É a internet mais uma vez sendo usada para engajar pessoas em prol de um interesse comum.
Eu, como bom palmeirense, faço coro e participo também: assina, Muricy!
Estágio na Abelha Rainha?
Já selecionamos os trabalhos enviados pelos candidatos a estagiário em direção de arte.
Semana que vem começamos as entrevistas.
Obrigado a todos os que participaram.
E sorte aos que estão na disputa.
Com essa foto dá pra vender o quê?

Quais associações criativas essa imagem inspira? Manda aí.
Semana que vem nós publicamos o anúncio original.












