quinta-feira, 30 de abril de 2009

Vitopaper


Pois é gente boa, a Vitopel (maior produtora de embalagens flexíveis da América Latina) em parceria com a Universidade Federal de São Carlos anuncia para a próxima segunda-feira (04/5) o lançamento do papel sintético.
Produzido a partir de plásticos reciclados, o processo (sustentável) conta com tecnologia 100% nacional e apresenta excelente qualidade.
A novidade estará presente em segmentos como livros didáticos, envelopes, folders entre outros, além de gerar empregos através das cooperativas de catadores de lixo.

Clap, clap, clap.

O planeta agradece.

Teoria de quinta

Música de quinta

Disse Khalil Gibran: "Como a poesia, a música retrata os estados da alma e as ondulações do coração, e concretiza os pensamentos invisíveis, e descreve o que há de mais belo nos desejos e sensações do corpo”.
Poesia e música compartilham um elemento essencial: a rima. Esta pode se dar de várias maneiras:

Externa:
“Lembranças, que lembrais meu bem passado
Para que sinta mais o mal presente
Deixai-me se quereis viver contente
Não me deixeis morrer neste estado”
(Camões)

Alternada:
“Minha desgraça não é ser poeta,
Nem na terra de amor não ter um eco,
E meu anjo de Deus, o meu planeta
Tratar-me como trata-se um boneco”
(Álvares de Azevedo)

Intercalada:
“Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco”
(Augusto dos Anjos)

Emparelhada:
“Aos que me dão lugar no bonde
e que conheço não sei de onde,
aos que me dizem terno adeus
sem que lhes saiba os nomes seus”
(Carlos Drummond de Andrade)

Encadeada:
“Salve Bandeira do Brasil querida
Toda tecida de esperança e luz
Pálio sagrado sobre o qual palpita
A alma bendita do país da Cruz”

Misturada:
“A chuva chove mansamente... como um sono
Que tranqüilize, pacifique, resserene...
A chuva chove mansamente... Que abandono!
A chuva é a música de um poema de Verlaine...
E vem-me o sonho de uma véspera solene,
Em certo paço, já sem data e já sem dono...
Véspera triste como a noite, que envenene...
Num velho paço, muito longe, em terra estranha,
Com muita névoa pelos ombros da montanha...
Paço de imensos corredores espectrais,
Onde murmurem, velhos órgãos, árias mortas,
Enquanto o vento, estrepitando pelas portas,
Revira in-fólios, cancioneiros e missais”
(Cecília Meireles)

A rima é rica quando acontece entre palavras de classes gramaticais diferentes, por exemplo, entre “vagos” e “lagos”.
Infelizmente, o pensamento de Khalil Gibran não é contemplado na maioria das composições contemporâneas. O que mais ouvimos nas rádios são rimas dignas de esmola.
Tendo em vista esse défcit intelectual, Gustavo Martins, editor, roqueiro e jornalista elaborou uma pesquisa da incidência dos maiores lugares-comuns nas músicas mais tocadas entre 2001 e 2005, e os clichês mais usados nelas.
O pesquisador contabilizou 3.073 rimas que estiveram presentes nas 100 músicas mais tocadas, e chegou aos 11 pares de palavras mais batidas. “Assim” e “Mim” apareceram em primeiro lugar: a cada 50 rimas, uma teria esse encontro. Depois, seguem-se “Coração” e “Paixão” (“Coração”/ “Solidão” vem em 6º lugar, com 18 incidências; em 11º lugar, “Coração”/ “Mão”). “Mas o mais patente vício combinatório parece ser o das palavras sorriso/paraíso. Todas as ocorrências da palavra ‘paraíso’ foram rimadas dessa forma, sempre com ‘sorriso’ como termo A e ‘paraíso’ como termo B”, diz.
As rimas de natureza sentimental ocuparam 87% das canções analisadas, com mais incidência no gênero “pop”, contando com a contribuição de gênios como Latino, Kelly Key, Wanessa Camargo e o grupo Revelação.
As rimas com verbos no infinitivo e no gerúndio também foram muito recorrentes.

Mas, afinal de contas, por quê?
Preguiça ou incapacidade intelectual do compositor?
Falta de vergonha na cara?
Vício?
Exigência mediana do ouvinte?

Postos os possíveis motivos e, fazendo uso da liberdade poética, seríamos induzidos a elaborar uma interpretação mais adequada para a expressão “poluição sonora”.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? Mande sua sugestão. Segunda-feira nós publicamos o anúncio original.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Mais anúncios da campanha para Rotter & Krauss


Curtinhas

"A diferença entre um animal e o homem é que um vive e o outro sabe que vive"

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Com essa foto a Leche Lowe, Chile, vendeu...


Aparelhos auditivos Rotter & Krauss. Conceito: "Ouça mais uma vez."

Agora as duas melhores ideias, na nossa opinião, foram:

A vida passa muito rápido. Leia mais.
Quem lê não perde tempo. Companhia das Letras.
Criação da Fernanda. Boa, Fernanda!

É assim que quem você ama está se sentindo.
21 de setembro. Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer.
Criação do Sérgio Gaspar. Valeu, Sérgio!

Filosofia de segunda

Mas, o que é isso?

Ás vezes, discutindo determinado assunto, nos surpreendemos ao fazermos a nós mesmos a pergunta: mas o que, de fato, é isso? Sobre o que estamos conversando há horas?
Perguntas como essas inquietavam Platão cinco séculos antes de Cristo. Atentando-se a isso, ele viu a necessidade da DEFINIÇÃO. Temos em Platão a primeira tentativa de sistematizar uma Teoria do Conhecimento.

Sempre que perguntamos “o que é” estamos em busca da definição daquele algo.
Surge, então, a necessidade da definição de definição. Eis: tornar claras as propriedades essenciais do conceito (representação intelectual); falar o que a coisa é, evitando que esta seja confundida com outra.
Pela atividade filosófica, pela reflexão, é possível passar-se do plano conceitual à definição.

Em seu diálogo intitulado Menon, Platão (através do personagem Sócrates), indaga o jovem que dá nome à obra sobre o que seria a virtude. Primeiramente, Menon dá exemplos, classifica atos virtuosos.
A classificação pressupõe uma clareza anterior dos conceitos, pressupõe conhecimento. Quem classifica já sabe o que é; o que deve ser explicado está contido na explicação.
Insatisfeito, Platão faz a pergunta novamente e Menon responde: virtude é “administrar justamente”. Ele não classifica, mas também não define. A justiça é uma virtude e não a virtude. A definição tem que alcançar a generalidade. Essa é particular, não serve.
Em seguida Menon define: virtude é o desejo de coisas belas e a capacidade de alcançá-las. Agora, o jovem comete um erro ainda maior: multiplica o número de entidades. Sob esse aspecto, para sabermos o que é a virtude, precisaríamos saber o que é a vontade, o belo, a possibilidade de alcançar isso, etc. Ele utiliza termos que ainda não definiu.

No diálogo Teeteto, Platão, depois de um árduo percurso, define conhecimento.
Conhecimento é opinião verdadeira justificada. Ora, todo saber nasce de uma crença, que pode ser verdadeira ou falsa. Com o crivo da razão, descarta-se a opinião falsa. Mas isso não basta. É preciso fundamentar essa opinião verdadeira com uma explicação racional. Chega- se a opinião verdadeira justificada, a definição clássica de conhecimento que perdura até os dias de hoje.
No entanto, o próprio autor, ao final do texto, nos alerta quanto à insuficiência dessa definição, já que para justificar algo racionalmente, necessariamente devemos conhecer o que está sendo definido. Só justifica quem possui conhecimento. Logo, o conhecimento não pode estar presente na definição. Cria-se assim um raciocínio circular (ou tautológico) do qual não se pode sair.

Mais tarde, em sua obra Carta VII, Platão apresenta as etapas para o conhecimento:
1- Nomear: dar nome as coisas que são sentidas.
2- Definir: uso das palavras para tornar claras as propriedades do conceito.
3- Imagem: representação da coisa em si (conhecimento icônico).
A “mistura” desses 3 itens entre si eleva o homem ao quarto nível, o conhecimento propriamente dito. Este, por sua vez, ao grau máximo, o Ser.

Como explicar o Erro?
O erro dar-se-ia quando o contato entre os 3 elementos não for apropriado. Se o “atrito” entre nome, definição e imagem não for adequado, a faísca do conhecimento não se acende.

Bem, obviamente cada filósofo traz à tona suas definições dentro do seu contexto e tendo em vista o abalizamento de seu sistema filosófico. Como exemplo, duas definições de justiça:
1- Cada um dedicando-se àquilo que é prescrito por sua natureza;
2- Dar a cada um aquilo que é de direito.
Dá no mesmo termos duas definições ou nenhuma, já que ainda fica a pergunta: o que é justiça, então?

Longe de querer esgotar o assunto, espero que essas inquietações filosóficas, no mínimo, façam vocês refletirem sobre o que conversam, sobre o que escrevem e sobre os termos empregados para isso. Espero ainda que essas reflexões acendam a faísca da filosofia e vontade de responder a perguntas cruciais tais como: o que é a beleza, o que é o bem e, principalmente, o que é a vida.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Sexta poltrona

Sem notícias de Deus

O céu está vazio, o inferno, cheio. Cada alma é disputada com unhas e dentes pelos dois espectros. Quando parece que uma contusão no cérebro vai encerrar a vida do boxeador mexicano Manny (Demián Bichir), duas agentes sobrenaturais são enviadas para tentar conquistar sua alma: uma é um anjo de um céu que se parece exatamente com o melhor de Paris e onde todos falam francês (Victoria Abril). A outra é uma garçonete do inferno (Penélope Cruz), enviada para seduzi-lo a passar o resto da eternidade numa prisão pintada de vermelho, onde todos falam inglês.

A trama, muito bem escrita, coloca os defeitos tanto do "mal" quanto do "bem".
Enquadramentos e ângulos muito bem planejados possibilitam uma visão profuda dos sentimentos das personagens. O filme espanhol, dirigido e escrito por Agustín Díaz Yanes, recebeu 11 indicações ao prêmio Goya, dentre elas, melhor filme e melhor roteiro original.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

E por falar em filme

Em agosto estreia nas telinhas tupiniquins "O Contador de Histórias", com Maria de Medeiros e direção de Luiz Villaça. O filme conta a história real do brasileiro Roberto Carlos Ramos, educador e considerado o maior contador de histórias do mundo.
Confira o trailer abaixo:

Brazuca neles


Novo longa-metragem do cineasta brasileiro Heitor Dhalia (À deriva), foi selecionado na série "Un certain regard", que faz parte da seleção oficial da 62ª edição do Festival de Cannes.
O evento acontece de 13 a 24 de maio na riviera francesa.
No total, 53 filmes de 23 países estão na seleção, sendo 20 em competição pela Palma de Ouro, outros 20 na seção "Un certain regard" e os demais fora de competição.

Fala sério, tá no papo.

A lista completa dos filmes você vê abaixo:

Palma de ouro
- "Los abraços rotos", de Pedro Almodóvar
- "Fish Tank", de Andrea Arnold
- "Um prophète", de Jacques Audiard
- "Vincere", de Marco Bellocchio
- "Bright Star", de Jane Campion
- "Map of the sounds of Tokyo", de Isabel Coixet
- "A l'origine", de Xavier Giannoli
- "Das Weisse Band", de Michael Haneke
- "Taking Woodstock", de Ang Lee
- "Looking for Eric", de Ken Loach
- "Chun feng chen zui de ye wan", de Lou Ye
- "Kinatay", de Brillante Mendoza
- "Enter the void", de Gaspar Noe
- "Bak-Jwi", de Park Chan-wook
- "Lhes herbes folles", de Alain Resnais
- "The time that remains", de Elia Suleiman
- "Inglourious basterds", de Quentin Tarantino
- "Vengeance", de Johnnie To
- "Visage", de Tsai Ming-liang
- "Antichrist", de Lars Von Trier

Um certo olhar
- "Mother", de Bong Joon Ho
- "Irene", de Alain Cavalier
- "Precious", de Lee Daniels
- "Demain Des L'Aube", Denis Dercourt
- "À Deriva", de Heitor Dhalia
- "Kasi Az Gorbehaye Irani Khabar Nadareh", de Bahman Ghobadi
- "Los Viajes Del Viento", Ciro Guerra
- "Le Père de Mes Enfants", de Mia Hansen-Løve
- "Skazka Pro Temnotu", de Nikolay Khomeriki
- "Kuki Ningyo", de Hirokazu Kore-Eda
- "Kynodontas", de Yorgos Lanthimos
- "Tzar", de Pavel Louguine
- "Indepencia", de Raya Martin
- "Politist, Adjectiv", de Corneliu Porumboiu
- "Nang Mai", de Pen-Ek Ratanaruang
- "Morrer Como um Homem", de João Pedro Rodrigues
- "Eyes Wide Open", de Haim Tabakman
- "Samson And Delilah", de Warwick Thornton
- "The Silent Army", de Jean Van de Velde

Fora de competição
- "Agora", de Alejandro Amenabar.
- "The imaginarium of Dr.Parnassus", de Terry Gilliam.
- "L'armée du crime", de Robert Guédiguian.

Sessões de meia-noite
- "A town called panic", de Stéphane Aubier e Vincent Patar
- "Drag me to hell", de Sam Raimi
- "Ne te retourne pas", de Marina de Van

Sessões especiais
- "My Neighbor, my killer", de Anne Aghion
- "Manila", de Adolfo Alix Jr. e Raia Martin
- "Min ye", de Soulymane Cisse
- "L'epine dans lhe coeur", de Michel Gondry
- "Petition", de Zhao Liang
- "Kalat hayam", de Keren Yedaya

Cinema inspira casamento

O casal Keithi Green e Kristine England casaram-se caracterizados de 'Shrek' e 'Fiona'. Como se não fosse o bastante, todos os convidados também tiveram que se fantasiar. Imaginem o padrinho 'burro falante' e o madrinha 'biscoito'. Bizarro.

fonte: globo.com

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? O que é possível vender com ela? Mande uma ideia ou duas, quem sabe três. Segunda-feira, nós publicamos o anúncio original. Até lá.

Mais anúncios da campanha para Tylenol


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Com essa foto a Euro RSCG, México, vendeu...


Tylenol. Conceito: Há algumas perguntas que dão essas dores de cabeça.

Agora a melhor ideia, na nossa opinião, foi:
Ninguém aguenta ouvir o disco da Xuxa o dia todo.
Compre agora mesmo: Tirei a peruca do SS.
O mais novo e estrondoso sucesso cantado pela menina Maysa.
Criação do Luciano Bitencourt. Boa, Luciano!

A queda

O filme narra os últimos dias de Hitler, confinado em um quarto de segurança máxima. Abaixo as cenas que não entraram na edição final. É de impressionar!



segunda-feira, 20 de abril de 2009

Filosofia de segunda

O que importa pra você?

- Bom dia. O que foi?
- Ontem você não foi assistir a minha apresentação!
- Mil desculpas, saí tarde da empresa.
- Por quê?
- Você sabe. Fui promovido.
- Mas antes disso você também saía de casa cedinho e só voltava à noite.
- Claro. Tinha que mostrar serviço justamente pra ser promovido.
- Trabalhando muito a gente fica rico?
- Se trabalhar duro por toda a vida e for moderado, sim.
- Moderado?
- É. Não exagerar, entende?
- Mais ou menos.
- Tem que se controlar.
- E por que quase toda noite você briga com a mamãe?
- ...passa a manteiga, por favor. Sobre o que foi sua apresentação?
- Tá aqui o panfleto!
- “... o fio condutor da peça é a comparação entre um boi um homem e como, às vezes eles invertem o papel da natureza...” Interessante, hein!
- Me leva hoje na escola.
- Não posso. Tenho uma reunião em 20 minutos.
- Ah!
- Não faz essa carinha. Trabalho duro pra te dar do bom e do melhor. Você é a coisa mais importante da minha vida!
- Papai, posso fazer mais uma pergunta?
- Claro, filhão.
- O que quer dizer importante?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sexta poltrona

Vicy Cristina Barcelona narra as aventuras de duas amigas que viajam para Barcelona.Vicky (Rebecca Hall) é centrada, prática. Cristina (Scarlett Johansson) é o oposto: impulsiva, meio-artista.

Na cidade catalã, no verão, as duas visitam os cartões postais da cidade, vagueiam pelas ruas ensolaradas e numa noite conhecem Juan Antonio (Javier Bardem), um pintor que teve um divórcio conturbado da mulher, Maria Elena (Penélope Cruz), linda - e maluca.

O encontro entre as garotas e Juan Antonio parece dizer ao público: "bem, agora sim elas chegaram a Barcelona". Agora, sim, o filme começa. E é o que de fato acontece. Surgem então as observações espirituosas, o humor e as idiossincrasias tão caras ao diretor. Enquanto um personagem se questiona se o amor autêntico é o que dá sentido à vida, outro pergunta com afetação a um casal de amigos se eles têm idéia de quanto custa um tapete oriental.

Como diria um especialista em metafísica transcendental que não acredita na conquista da Lua, o mundo pode ser dividido justamente assim. Entre os que querem saber o que dá sentido à vida e os que se importam verdadeiramente com o valor de mercado de uma bela tapeçaria.

Se valeu a pena a cidade de Barcelona ter investido dinheiro no projeto de Woody Allen? Indiscutivelmente. Vicky Cristina Barcelona é um dos filmes de verão mais charmosos dos últimos anos. E prova que não é preciso muita elucubração intelectual para absorver a cidade, sua estética, seu espírito. A beleza dela - assim, sem filtros, com todos os temperamentos catalães que tem a extravasar - está à distância de um toque.

Comportamento humano

Conversa I

Ouvi nessa manhã, de dentro de uma casa amarela. A mãe para o filho de 5 anos:
- Por que você prefere brincar com o vizinho de 2 anos do que com seu irmão de 3?
Resposta do menino, de sopetão:
- Ah, mãe por que ele é meu irmão, ué!

Conversa II

Ouvida nessa tarde, dentro do banco. Uma caixa fala para a outra:
- A Lílian pediu pra gente colaborar com 5 reais para comprar um bolo de aniversário para a Ana.
Resposta:
- Eu não vou colaborar com nenhum centavo. No meu aniversário não teve nada!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Complemento do post "Talento colaborativo".

Bom pessoal, aqui está a grande apresentação da primeira orquestra colaborativa do mundo.



Sensacional.

Com essa foto dá pra vender o quê?


O que é possível vender com essa imagem? Dê seu palpite, mande seu post. Até segunda, a gente mostra o anúncio original. Até lá!