terça-feira, 23 de junho de 2009

Cannes: GP em Outdoor. Esse é bom





O GP de Outdoor é da agência TBWA Hunt Lascaris, da Africa do Sul. O cliente é o jornal The Zimbabwean e a campanha foi batizada de Trillion Dollar.

A ideia: Notas de dinheiro grudadas de verdade nas paredes. Um dos títulos: "Thanks to Mugabe ths money is walpapper".
O objetivo é mostrar a desvalorização vertiginosa da moeda no país, graças ao presidente Robert Gabriel Mugabe.

Cannes: GP em Press. Poderia ser pior?





Muitos blogs já comentaram. E eu faço coro: é muito ruim essa campanha da Wrangler, criada pela agência francesa Fred & Farid.
Apesar do conceito legendar a foto, levou o Grand Prix de Press no maior festival de publicidade do mundo. Vai entender...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ah, se o meu fusca falasse!

Hoje é o Dia Mundial do Fusca.
Simpático, companheiro, pau pra toda obra, barato, o fusca conquistou o mundo.
Produzido por Ferdinand Porsche, a partir de 1934, esse VW fez e faz parte da vida de milhões de pessoas.
Meu primeiro carro foi um fusca 76. Quantas histórias...

Aqui alguns modelos e suas adaptações.




quinta-feira, 18 de junho de 2009

Mídia social é só moda?


No ótimo site pensandomarketing.com, tem um texto que vale a pena ler. Fala sobre os modismos da mídia social. Clique e veja: http://www.pensandomarketing.com/?p=144

Sinceramente, tem muito a ver com o que eu penso. Mídia social por si só é só modismo. Pirotecnia. Mas se for usada associada com outras ferramentas de comunicação daí é poderosíssima. A campanha vitoriosa de Barack Obama que o diga.

Seriedade que faz a diferença. Que campanha é essa?


O PSDB pirou. No momento em o o Lula atinge o máximo de popularidade (a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu de 78% em março para 80% em junho, de acordo com dados da pesquisa CNI/Ibope), o partido tucano vai para a TV e faz uma campanha tonta como essa. Veja: https://www2.psdb.org.br/biblioteca/video/PSDB_MANCHETES_GW001.html.

Não dá para entender. Lula venceu as últimas eleições usando e abusando do tom emocional, e mesmo assim, o PSDB insiste em colocar no ar peças racionais, sem apelo algum.

Segundo a lógica tucana 'a seriedade faz a diferença'. Mas, pelo visto, o resto da população do Brasil pensa diferente. Os brasileiros não querem fatos, querem histórias. Boas histórias.

Zero para o PSDB no quesito comunicação.

Avacalhou?


Como forma de protesto a sujeira do senado, essa semana o músico Tico Santa Cruz se lançou de "modelo rebelde" em seu blog.
Gostaram do tico do Tico?
Opiniões à parte, essa revolta teve início no Twitter (#forasarney).

E você, o que pensa sobre o senado nacional?

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? Manda aí.

Semana que vem nós publicamos o anúncio original.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Propaganda não é ciência. Ainda bem.

Mais uma excelente campanha da Almap. Esta, para a Panamericana Escola de Arte, ironiza e satiriza "fórmulas" para se fazer propaganda. Abaixo, dois anúncios: um com foco em futuros diretores de arte, outro para futuros redatores.









Os últimos serão os primeiros?

Se você quer trabalhar com arte na Abelha Rainha, a butique criativa de Ribeirão, apressse-se em mandar seu trabalho, pois amanhã é o último dia. Capriche na arte para a letra de "Epitáfio" (música dos Titãs). Pode ser all type, pode ter imagem, foto ou ilustração. Pode ter uma marca assinando no fim. Ou não. Pode ser do jeito que você quiser, desde que fique bonitão. Envie para abelha@abelharainha.com.
Os donos dos 7 anúncios mais bacanudos serão entrevistados para uma vaga de estagiário de arte na agência Abelha Rainha.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Campanha com mídias sociais. Vende ou não vende?


O Nissan Livina foi lançado de forma totalmente inovadora: mídias sociais foram usadas para tornar o carro conhecido.

A campanha online foi criada pela Salem e a estratégia de mídias sociais foi feita pela Polvora! Comunicação. O que teve de inovador?

A Nissan deu ao badalado blogueiro Cris Dias um automóvel para ele escrever sobre suas impressões sobre o carro. O momento não poderia ser mais oportuno. Cris estava de mudança com a família do Rio para São Paulo.

Segundo o mmonline: "A ação pretende com isso aproximar o público do veículo e mesmo da marca, já que, ao colocar a visão de uma terceira pessoa sobre o veículo, propicia uma maior interatividade e permite um acompanhamento das potencialidades do veículo.

Além disso, a proposta representa uma "fuga", inovação com relação aos meios convencionais de divulgação de produtos. No blog "Dias de Livina", os leitores podem encontrar fotos, podcasts, vídeos e depoimentos sobre o veículo e temas relacionados, ao mesmo tempo em que acompanham a mudança do blogueiro."

O problema de tudo isso é que li ontem na seção de carros do UOL que "o Livina ainda engatinha no mercado brasileiro e mantém vendas tímidas para quem almeja maior participação por aqui. O monovolume registrou 169 unidades em abril e 384 em maio, segundo dados da Fenabrave. Um número crescente, mas que ainda se mostra distante da média prevista de 800 carros mensais. Até porque o fabricante japonês esperava que as vendas fossem puxadas pela configuração de entrada, equipada com motor 1.6 16V flex."

E então? A previsão foi demasiadamente alta ou toda essa inovação é só fumaça?

A respeito dessa estratégia tem um ótimo artigo, de um mês atrás no http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/05/14/quer-divulgar-um-carro-alugue-um-bom-blogueiro/. Clique e leia.

Curtinha

No "saber" há inúmeros arrombadores de portas abertas.

Qual o valor do conhecimento?

Diante das inúmeras porcarias que vemos entre um bloco e outro de um programa televisivo, eis que surge alguma coisa com qualidade. O VT é da Young para o Estadão.


segunda-feira, 15 de junho de 2009

domingo, 14 de junho de 2009

Programa de índio?

Hoje, passeando pela livraria, deparei-me com um livro que me fez “viajar” num passado recente.
Michelindio, de Helena Perim Costa, aponta os maiores programas de índio que podem acontecer numa viagem. A classificação do guia é feita de uma a cinco penas: quanto maior o programa de índio, mais penas ele ganha. A autora alerta, entre outras coisas, sobre tours que são uma verdadeira furada, visita a locais maravilhosos, mas em época errada, shows típicos de quinta categoria, etc. Em uma das passagens ela fala sobre comidas proibidas.

Alimentação foi um dos principais problemas que o Rony e eu enfrentamos em nossa “jornada” de quase 50 dias pela Europa no início de 2008. Com a grana curta, toda noite ou era miojo ou lanchinho. Numa das poucas vezes que pudemos comer de verdade, nos demos mal. Prestes a pegar o trem para Paris, no último dia em Barcelona, almoçamos num boteco e não deu outra. Perdemos um dia inteiro (do banheiro pra cama, da cama pro banheiro) dos quatro que tínhamos na cidade luz. E o pior: o banheiro era no quarto!

Visitamos 20 cidades no velho continente. Todo o trajeto foi percorrido de trem. Quando a distância era mais longa, optávamos pelo trem noturno, para não perdermos tempo, já que dormíamos no trem. Dormir! Eis o que menos fiz entre Porto e Madri. A cabine, minúscula, “acomodava” seis passageiros, três beliches de cada lado. Fiquei com a cama de cima. Esta era tão estreita que tive que me amarrar com o cinto para não me espatifar no chão. Imóvel, ainda contava com um velhote na cama de baixo que parecia ter engolido um motor, de tanto que roncava (disso o Rony não podia reclamar, já que em tudo que é albergue, reclamavam dele também).

A experiência foi sensacional. Estes foram alguns dos muitos imprevistos que rolaram e contribuíram para tornar a história ainda mais interessante.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Gosta de Stop Motion?

Com post-it?

Veja isso então:



Sensacional!

Com essa foto a Touchstone Advertising de Mumbai vendeu...


Bajaj. Aquecedor para quarto.

Agora a melhor ideia, na nossa opinião, foi:

Aquecimento global. Mudanças que vão além do clima.
WWF-Brasil.
Criação do Paulo [Dunga]. Valeu, Paulo!

E obrigado a todos os que participaram. Abraços!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Twittada

O que você faria se tivesse R$ 180 milhões na mão?

O Real Madri, um dos principais clubes de futebol do mundo, tinha e resolveu apostar tudo em uma única peça: Kaká.

O jogador, revelado nas categorias de base do São Paulo, irá receber a bagatela de R$ 1 milhão por mês.

Cá entre nós: não é muito dinheiro pra um jogador de futebol?

Um médico, um bombeiro ou um piloto de avião não são mais merecedores?

Sem contar na grana que os clubes ganham em cima dos atletas com cotas de patrocínio e publicidade.

Como diria Boris Casoy: "Isto é uma vergonha!"

Consiga um estágio na Abelha Rainha

Semana passada postamos aqui o dasafio para garimpar um estagiário em direção de arte. Já recebemos muitos layouts. No entanto, queremos mais. Então, se você está interessado, se apresse, pois o envio do trabalho é até dia 18 desse mês.

A tarefa é simples: uma direção de arte caprichada para a letra de música Epitáfio dos Titãs.
Envie para abelha@abelharainha.com. Pode ser all type, pode ter imagem, foto ou ilustração. Pode ter uma marca assinando no fim. Ou não. Pode ser do jeito que você quiser, desde que fique bonitão. Os donos dos 7 anúncios mais bacanudos serão entrevistados para uma vaga de estagiário de arte na agência Abelha Rainha.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Filosofia de segunda

A sociedade contemporânea e o consumo

Na última quinta-feira, fui a uma excelente palestra (que faz parte do projeto “café filosófico” organizado pela CPFL) ministrada por Luciane Lucas dos Santos. Juntando as considerações de Luciane com a minha bagagem e meu feeling, redigi uma análise que compartilho com vocês. Antes, porém, apresentemos a palestrante: Luciane é pós-doutoranda no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Concluiu o doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2004. Atualmente é professora adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Sua pesquisa está relacionada aos seguintes temas: fome, consumo de alimentos e modos de produção, consumo crítico, práticas discursivas e representações sociais na mídia.

Agora, ao mais interessante.

Claro está que o consumo é intrínseco à vida contemporânea sem sequer existir a possibilidade de dissociação deste com o ser humano propriamente dito. Isso por si já é passível de inúmeras reflexões críticas. No entanto, por força do hábito, tomamos tal relação como natural.

Surge a pergunta: o que consumimos?
Vem à mente a resposta mais elementar: bens materiais e serviços. Mas, mesmo sem uma reflexão profunda, é possível chegar à conclusão que isso não é tudo. Consumimos também tempo, espaço e, principalmente, representações. A representação da perfeição, da beleza, da força, da atuação sobre as possibilidades. Por exemplo: quando compramos um carro, além do bem material, compramos o domínio sobre a distância; ao usarmos a tecnologia do skype, atuamos sobre a ausência e assim por diante.

O consumo, em certo sentido, é um Raio-X das entranhas da civilização, pois é capaz de desvendar o imaginário social, a arqueologia das relações humanas. É, pois, um classificador social, já que delimita “quem sou”, “com quem quero me relacionar”, “se quero ou não pertencer a tal grupo”, etc. (há uma crônica muito interessante do Fernando Sabino, intitulada “lixo” que explora isso. Um primeiro encontro entre dois vizinhos que ‘se conhecem’ sem nunca terem conversado antes. Essa façanha dá-se, pois um analisa o lixo do outro e, conseqüentemente, seus hábitos de consumo).

Mas, ainda sim, o buraco é mais embaixo quando falamos da mercantilização do mundo das trocas. Tudo é mercadoria. Exemplo elucidativo: uma empresa suíça promete “imortalizar” o ente querido que partiu dessa para uma melhor. Ela crema o corpo e o transforma em pingente para que o parente ou amigo fique “mais próximo do peito” de quem ficou por aqui.Clara banalização da morte, transformação do afeto em um “bem”

O filósofo francês Gilles Deleuze (1925-1995) classifica a sociedade contemporânea como a sociedade do controle.

Como é isso?

As instituições sociais modernas produzem indivíduos sociais muito mais moveis e flexíveis que antes. O indivíduo não pertence a nenhuma identidade e pertence a todas. Mesmo fora do seu local de trabalho, continua a ser intensamente governado pela lógica disciplinar e pela lógica do confinamento (sem que seja necessária a existência de muros que separem o lado de dentro das instituições do seu exterior). Há uma vigilância contínua, concretizada, por exemplo, pela propagação das câmaras espalhadas por toda a parte.

Outro ponto importante da sociedade de controle é a performance, pois esta dita as regras e os costumes. Paradoxalmente, há a necessidade de aceitação em determinado grupo social (que por apropriação vira nicho mercadológico) e, ao mesmo tempo a necessidade de diferenciação dentro do próprio grupo. A fronteira entre o suplício e o prazer, entre o são e o doentio dilui-se: de um lado um anúncio convida (covardemente) aos deleites de um delicioso chocolate. Do outro, inúmeras revistas estampam corpos perfeitos em suas capas e revelam “receitas” para alcançar tal perfeição.

Por trás disso tudo há uma flexibilidade aparente. É possível, por assim dizer, trabalhar sem um horário fixo, mas a necessidade de alcançar a melhor performance impõe um stress constante. Tomamos banho pensando num projeto. Ouvimos rádio à noite montando uma apresentação para o dia seguinte. Assim, perpetua-se uma escravidão silenciosa.

Há mais uma questão essencial nessa sociedade: as pessoas geralmente tomam o que gostam como absoluto. Que mulher, hoje em dia, olhando para outra gordinha diria: eu quero ser igual a ela! Pode parecer estranho mas já foi assim. Exemplos não nos faltam se analisarmos as pinturas dos mestres seiscentistas.
O que quero dizer com isso?
Que gosto é cultural; se transforma ao longo do tempo. E o que nos é imposto hoje (a magreza, por exemplo) não pode ser absorvido e tomado como verdade e pior, como paradigma.

Debord (1994), descreve a sociedade contemporânea como a sociedade do espetáculo, que substitui o cogito cartesiano “Penso logo existo” por: “Sou visto, logo existo”.
Haja vista o sucesso de reality shows como o Big Brother.

A Mídia é uma "contribuidora" e tanto para este processo. Mesmo quando parece crítica, é preciso analisar com cuidado pois, na maioria das vezes, ou ela é descritiva ou sensacionalista.
E, além disso, na mídia propaga-se o que deve ser consumido. Cientificiza-se o discurso midiático, como nos casos dos cremes de beleza que são testado nos melhores laboratórios, pelos melhores cientistas. Perde-se a credibilidade no vazio discursivo. Outro exemplo: título de capa de uma revista de circulação nacional “Chegue com todo gás aos 100 anos!”
Então, cabe a questão: estamos preparados para viver 100 anos?
Difícil, pois na sociedade contemporânea, a vida do sujeito resume-se a vida profissionalmente “ativa” O despreparo revela-se em tentativas de projetos para a terceira idade que infantilizam o “viver bem”, reduzindo a vida dos idosos a programas de lazer que passam longe da autenticidade necessária.
E esse indivíduo “ativo” se sujeita a trabalhar 8 horas por dia (às vezes mais) num lugar que muitas vezes não gosta em prol do consumo. O trabalho, tão bem quisto por Marx como realização do homem, fica subjugado pelo consumo. O Ter sobrepõe-se ao Ser.

Mas afinal, é possível mudar isso?

Infelizmente, a modernidade iniciada com a Revolução Cientifica no século XVI trouxe consigo a definição de quais seriam os saberes importantes. O mecanicismo e a utilidade sobressaltaram sobre a reflexão e a imaginação.

Para tentarmos reverter o quadro é preciso “remar contra a maré”; desconstruir o conceito de consumo. E isso passa por alguns pontos:

Analisar friamente tudo o que consumo: se é necessário o que vou comprar, se compro de instituições responsáveis (cuidado com os discursos de “empresas conscientes”, “politicamente engajadas” que, em sua grande maioria, não passam de “marketês”, com o velado intuito de vender mais e mais.

Desmistificar o termo “consumo consciente” que circula por ai. A grande maioria sequer sabe o real significado. Um exemplo: muitas pessoas acreditam que utilizando papel reciclado estão contribuindo para o meio ambiente. Mas, tendo em vista que o bem mais precioso e escasso hoje é a água, essa é uma idéia errônea, já que gasta-se 8 vezes mais água no processo de reciclagem do que na fabricação convencional. O certo seria comprar de empresas que reflorestam.

Por fim, acompanhar de perto as políticas governamentais e cobrar medidas efetivas.

Como publicitário sei que escapar desse sistema é praticamente impossível, ainda mais quando sua profissão é fomentar o consumo. Mas, um passo importante é colocar o assunto em discussão. E isso, espero ter feito com esse artigo.

sábado, 6 de junho de 2009

Espírito guerrilheiro

Semana passada meu amigo e sócio, Rony Neves, chegou ao 30º outono. Nada de surpreendente não fosse o desafio lançado por ele: a mensagem de felicitação (enviada via rede social) mais criativa ganharia um convite para desfrutar do Savana Motel (cliente da nossa agência).
O resultado foi muito significativo: 157 scraps e 5 depoimentos no orkut, várias mensagens no MSN e no twitter.

O ganhador do prêmio foi o Diego com a seguinte congratulação:
Partindo dos dados iniciais, temos:30 anos = 10 950 dias = 262 800 horas = 15 768 000 minutos = 946 080 000 segundosConsiderando que a amostra ingere uma quantidade de aproximadamente 8,7 litros de bebida alcoólica por semana, e que iniciou a ingestão aos 18 anos, segue:1 ano tem em media 52 semanas e assim chegamos a uma quantidade de 452,4 litros por ano e aproximadamente 5428,8 litros até o presente momento.Os resultados experimentais contém uma margem de erro aproximado arredondado para um valor menor devido termos desconsiderado os anos bissextos e ainda o horário inicial no nascimento da amostra, assim podemos inferir que a amostra possui uma quantidade de histórias significativamente importantes para contar e relembrar até o momento.E por fim, pudemos demonstrar que a amostra merece todas as nossas felicitações e votos de alegria, saúde e sucesso.

Guardadas as devidas proporções, essa pequena ação serve para alertar as empresas de comunicação: com uma grande ideia é possível disseminar uma mensagem sem utilizar veículos de massa e investimentos astronômicos.

Valeu Rony.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Twittada

Estamos chegando ao primeiro final de semana de junho, numa semana que aconteceu de tudo:
o frio chegou, o avião da air france desapareceu em pleno voo, a Susan Boyle foi internada, o twitter continuou crescendo, o dóllar continuou caindo, o curintia chegou a mais uma final (hehe timão eo), a fuvest abriu as inscrições via web, o Raul (meu sócio) continuou sem o blip fm, o Nilmar foi convocado para a seleção, a fifa divulgou as cidades que serão sede da copa de 2014 etc.
E na sua vida, o que aconteceu esta semana?

Bom final de semana.

Sexta poltrona


A Cahiers du Cinéma, publicação francesa considerada uma das mais importantes críticas do cinema mundial, publicou um livro em que elege os cem filmes obrigatórios em qualquer cinemateca. O único produzido no século XXI é Cidade dos Sonhos de David Lynch.

Sinopse: antes de ser assassinada dentro de sua limosine, um carro cheio de jovens bêbados salvam a vida de Rita (Laura Harring). Sem memória, a bela atriz chega à casa onde Betty (Naomi Watts) está hospedada para uns testes de elenco. Ao conversarem, tentando se lembrar do ocorrido, as duas vão encontrando pistas de algo muito maior do que o imaginável, em um mundo cheio de ilusões, fantasias e horror.
Premiações:
Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Diretor.
- Recebeu 4 indicações ao Globo de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora.
- Ganhou o BAFTA na categoria de Melhor Edição, além de ter sido indicado na categoria de Melhor Trilha Sonora.
- Recebeu uma indicação ao César, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes.
- Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
- Recebeu 5 indicações ao Prêmio Adoro Cinema 2002, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Crítica de Leitor (Kiko César) e Melhor Coluna (Francisco Russo).
Cidade dos Sonhos é um filme complexo. Nem era a intenção de Lynch fazer um enlatado hollywoodiano. No entanto, com tantas interpretações equivocadas, o diretor soltou um texto especial no jornal inglês The Guardian, dando dez pistas sobre o filme:
1) No começo do filme, antes dos créditos, duas pistas são reveladas.
2) Fique atento para o que está escrito no luminoso vermelho.
3) Qual o título do filme, para qual o personagem Adam Kesher está realizando teste de elenco? Ele será mencionado mais uma vez durante CIDADE DOS SONHOS?
4) O acidente é um importante acontecimento em CIDADE DOS SONHOS. Onde ele acontece?
5) Quem entrega a chave azul e porque?
6) Fique atento para o roupão, o cinzeiro e a caneca de café.
7) Qual mistério é revelado no palco do "Club Silencio"?
8) Somente o talento de Camilla pode ajudá-la?
9) Fique atento para o objeto que está nas mãos do estranho homem que vive perto da lanchonete "Winkie"!
10) Onde está tia Ruth?
Eu assisti duas vezes. Na primeira, confesso que não entendi o filme da metade para frente. Na segunda, arrepiou-me o desfecho. É um daquelas situações que você exclama, com o perdão da expressão: Filho da puta!


Tem que fazer força para conseguir assistir


Força-tarefa da Rede Globo é ruim de doer. A primeira vez que eu vi o programa fiquei perplexo: roteiro inverossímil, direção forçada, atuação nada à vontade dos atores... enfim, muito fraco.

Para ter a confirmação de que é ruim mesmo, ontem eu tentei ver de novo. Que lástima. As cenas de ação, tiroteiro e o escambau são uma comédia. Não dá pra entender como a Globo deixa um programa assim no ar.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? Mande sua sugestão. Semana que vem nós publicamos o anúncio original.

Comportamento humano

Telefonema I

- Alô, Luana? Tudo bem? É o Rod. Lembra de mim? Não? É, faz tempo. A gente se conheceu na Cachaçaria. Eu estava com uma camisa verde, toda transada. Você elogiou meu perfume. Hugo Boss. Lembra-se? Ah, sim. Eu fiquei de ligar no dia seguinte, né? Pois é, muita correria. Daí o tempo foi passando, passando... Sabe como é, né? Mas então, eu tô te ligando por outro motivo. Eu fiquei sabendo que você agora está trabalhando aí na Concessionária Borges.
- É do meu pai.
- Ah, é do seu pai? Que legal. Então, eu agora sou contato comercial de uma rádio e queria fazer uma visita para o seu pai. Apresentar umas propostas de patrocínio. Só que está difícil falar com ele. Então eu pensei: será que a Luana não poderia me ajudar? Que tal? Você me dá uma força, Luana?
- Ah, sim. Me liga amanhã...
- Amanhã? Não pode ser hoje? É que...
- A-ma-nhã!
- Ok, ok. Te ligo. Sem falta, dessa vez.
- Ah, sei. Dessa vez, aposto que você liga. Mesmo. Nem vou precisar ficar esperando, esperando...

Telefonema II

- Alô, quem fala?
- É o Raul.
- Oi, Raul, tudo bem? Aqui é a Clarice. Como vai você, muito frio? Nossa, esfriou, né? E a sua família, tudo jóia? Espero que todos estejam bem. Família é tudo. Mas então você está sabendo da nova promoção da Telefônica, que dá internet...
- Espera um pouco, Clarice! Eu tô muito ocupado agora e....
- Ah, não tem problema. Imagina. É rápido.
- Sinceramente eu...
- Tudo bem, tudo bem. Eu te ligo mais tarde. Quando você vai estar sossegado?
- Sossegado? Pelo jeito, só daqui uns dois anos. Pode ser?
Depois de instantes de silêncio, a resposta:
- Claro, tudo bem, Raul. Eu te ligo então. Nessa data. Um bom dia. Para você e toda a sua família.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Ice music. Criada com instrumentos feitos de gelo


O principal músico é norueguês e se chama Terje Isungset. Seus concertos de gelo exigem condições especiais: um dia sem vento, chuva ou neve, com temperaturas entre 5ºC negativos e 30º negativos.

O site do cara é http://home.online.no/~isungz/. Se é bom? Ouça e tire suas próprias conclusões. Vale pela inovação, pelo experimentalismo, mas eu esperava mais.

Mais anúncios para Kleen lustra-sapatos


terça-feira, 2 de junho de 2009

Com essa foto a BBDO de Bangkok vendeu...


Kleen lustra- sapatos.

Agora a melhor ideia, na nossa opinião, foi:

"Mantenha a depilação em dia e não precisará esconder o rosto."
Gillette Prestobarba Excel for women
Criação da Nielle. Parabéns, Nielle!

Amanhã tem outra foto. Até lá.

Jennifer Lo-Fi

Já ouviu falar?
Trata-se de uma banda paulistana que transforma uma sala de apartamento em palco, transmitindo seu webshow para o mundo.
A ideia não é nova, porém muito eficiente.
Arctic Monkeys e Mallu Magalhães são exemplos que a receita dá certo.
É a web cada vez mais REAL.

Abaixo você confere um pouco dessa promessa musical.

Para saber mais sobre a banda acesse www.myspace.com/jenniferlofi.

Uso de mídia regional constrói a marca Lula

Propaganda do governo atinge 5.297 veículos

Li na Folha de São Paulo deste domingo que os comerciais do Palácio do Planalto atingiram no ano passado 5.297 veículos de comunicação no país. É um aumento de 961% sobre os 499 meios que recebiam verba para divulgar propaganda do governo em 2003, quando Lula assumiu a presidência.

Diz o jornal: “Esse padrão de pulverização na publicidade é incomum na iniciativa privada. Segundo dados do Ibope Monitor, a Fiat anunciou em 206 meios de comunicação diferentes no ano passado. O banco Itaú, em 176.

Trata-se de uma pesquisa por amostragem, mas mesmo com um desvio de 1.000% o número de veículos nos quais essas duas empresas anunciam não se aproximaria dos 5.297 escolhidos pelo governo federal.

A regionalização da propaganda federal é parte de uma estratégia de marketing do governo. Presidente mais bem avaliado no atual ciclo democrático, Lula viu sua alta popularidade se consolidar numa curva quase paralela ao avanço da distribuição de seus comerciais pelo interior do país.”

Parece uma jogada de mestre, pois não houve um aumento expressivo no valor gasto, mas uma mudança de estratégia. Grandes veículos de alcance nacional passaram a receber um pouco menos. A diferença foi para pequenas rádios e jornais no interior.

Ottoni Fernandes, subchefe-executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência admite que "O fato de ter ampliado a presença do presidente na mídia regional pode ter ajudado [a elevar a popularidade do governo]."

Não há dúvida, Ottoni. Os grandes anunciantes precisam aprender com Lula. Regionalizar (aproximar) é preciso.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Três meses de Abelha Rainha. Tudo contra a falta de inovação

Hoje, eu, Matheus Arcaro e Rony Neves, estamos completando 3 meses de abertura oficial da agência Abelha Rainha. Durante todo esse tempo, ajustamos nosso modelo de trabalho, azeitamos os processos internos e a partir de agora começaremos a prospecção para valer.

Não será fácil. O mercado regional não está acostumado com criatividade e ousadia. Na verdade, o que impera é o pragmatismo, a mensagem direta, sem graça. A maioria dos clientes repele a inovação e opta por fórmulas já conhecidas, testadas... desgastadas. E as agências, por comodismo e/ou sobrevivência, entram no jogo.

O que queremos, com a Abelha Rainha, é mudar esse quadro. Repito: não será fácil ganhar clientes. Mas acreditamos em nossa filosofia de trabalho. Os consumidores merecem ser tratados como pessoas, merecem mais respeito e inteligência. Acreditamos que inspirar pessoas é o que faz a comunicação ser verdadeira. Não é romantismo bobo. É convicção. É enxergar a movimentação que está acontecendo no mundo.

Pode demorar um pouco até que consigamos encontrar clientes com sede do novo. Mas cedo ou tarde isso acontecerá. Porque as promessas exageradas de antes não serão suficientes para atrair a atenção das pessoas e fazer vender.

Surpreender e provocar diálogo será o mais importante. Em resumo: comunicação real.

Se você conhece uma empresa, uma marca, um grupo de pessoas que ansia uma comunicação diferente, indique a www.abelharainha.com. Faça o bem. Desde já, agradecemos.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Consiga um estágio na Abelha Rainha

Faça uma direção de arte caprichada para a letra de música Epitáfio dos Titãs e envie para abelha@abelharainha.com até o dia 18 de junho. Pode ser all type, pode ter imagem, foto ou ilustração. Pode ter uma marca assinando no fim. Ou não. Pode ser do jeito que você quiser, desde que fique bonitão. Os donos dos 7 anúncios mais bacanudos serão entrevistados para uma vaga de estagiário de arte na agência Abelha Rainha.

Epitáfio

Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe alegria
E a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? Mande sua sugestão. Semana que vem nós publicamos o anúncio original.

Mais anúncios para a companhia elétrica TXU


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Com essa foto foi criado um anúncio para...


TXU - companhia elétrica.
Título: "A mãe natureza não funciona em torno de você."
Slogan: "Impeça queimadas. Mantenha a rede elétrica livre."

Agora a melhor ideia, na nossa opinião, foi:

Mude o rumo das coisas, não as coisas que estão no seu rumo.
GREENPEACE.
Criação da Mel. Parabéns, Mel!

É isso, galera. Desculpa aí a demora para postar esse anúncio. Muito trabalho, muito trabalho.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Twittada


A atenção do mundo se volta mais uma vez para a Coreia do Norte.
Tensão. Medo.
Uma possível re-produção de combustível nuclear em território norte-coreano nos deixa sem saber qual o destino da humanidade.
É nessas horas que percebemos como somos ‘nada’.
Como é possível se chegar a tal ponto?

E tem gente que ainda tem medo dos mortos.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Filosofia de segunda

Onde há fumaça há fogo!

Esta conhecida máxima é um exemplo que, apesar de trivial, cumpre bem o papel que aqui lhe cabe: ressaltar como alguns pensamentos se petrificam, entram na “tradição” e passam a fazer parte das nossas vidas. Tornam-se verdades, sem passar pelo questionamento sobre a sua fundamentação. Quantas e quantas vezes não afirmamos “isto aconteceu por causa daquilo”. Mesmo sem saber, estamos fazendo uso de um caro conceito filosófico, o de causalidade, que afirma que todo efeito tem, necessariamente uma causa.

Desde Aristóteles (século V a.C.), a causalidade tem fundamentado vários sistemas filosóficos. Até que, no século XVIII, o pensador David Hume a questiona.

Hume não chega a negar a existência da relação causal. Nega simplesmente que se possa ter conhecimento dessa realidade e atribui ao hábito mental (hábito poderia ser entendido como vício) a afirmação dessa concepção. Dois exemplos: se perguntado por que o sol nascerá amanhã, provavelmente responder-se-ia que ele voltará a nascer porque há milhares de anos, todos os dias isso vem acontecendo. Assim, incorre-se numa falácia (erro no raciocínio ou argumentação), a falácia da falsa causa que considera que um acontecimento é causa do outro simplesmente porque um antecede o outro (ontem aconteceu, hoje aconteceu, amanhã deve acontecer). Outra falácia comum é considerar a causa de um efeito algo que não é sua causa real, por exemplo: ao tomar um remédio à base de erva, o senhor Sebastião, depois de duas semanas, curou-se de um resfriado (isso aconteceria com ou sem remédio).

A causalidade é capaz de produzir uma conexão a ponto de nos dar certeza de que a existência de um objeto foi seguida ou precedida de outra existência. Através dela, afirmamos a existência de objetos que não vemos nem ouvimos. Pegando como exemplo o ditado que intitula esse texto: a relação de causalidade entre fogo e fumaça me faz acreditar que quando vejo a fumaça, deve haver fogo em algum lugar que eu não veja.

Mas não poderia ser neblina ou, até mesmo, uma máquina de fumaça?

A noção de causalidade, como vimos, acontece devido ao hábito. A repetição da seqüência de duas impressões faz que cada uma delas comunique a “vivacidade” de outra idéia e nos leva a crer que a outra também existe. Se a existência de uma é acompanhada pela crença na existência da outra, convencemo-nos de que uma não pode existir sem a outra. Convencemo-nos de que entre elas há uma conexão necessária.

A relação causal é intuída, não é captada imediatamente (sem mediação).
Essa tese é evidente para os objetos que conhecemos pela primeira vez: “Adão, ainda que tivesse sua racionalidade totalmente desenvolvida, não poderia ter inferido da fluidez e da transparência da água que esta o poderia afogar”. Nem mesmo para os objetos que já conhecemos experimentamos a ação causal: quem poderia intuir o poder nutritivo de um pão? Os sentidos nos informam sobre algumas de suas propriedades (cor, sabor, peso, aroma), mas se nos fosse dado outro corpo semelhante, desprovido de nutrientes, certamente não perceberíamos.

O intuito desse artigo não é que entendamos perfeitamente a lei de causalidade. Esta foi utilizada como pano de fundo para fomentar a nossa reflexão, para que coloquemos em xeque tudo o que temos como verdade absoluta.

Às vezes temos que agir como Descartes que, para iniciar seu sistema filosófico “destruiu o edifício do saber” e começou do zero, desde o alicerce.

Precisamos nos despir de certos conceitos e preconceitos e esvaziar o nosso copo do saber para que possamos enchê-lo com água cada vez mais límpida.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Curtinha

"Você é totalmente livre, para fazer o que quiser, desde que nunca faça uso do próximo como meio, mas sim o contemple como fim"

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? Mande sua sugestão. Segunda-feira nós publicamos o anúncio original.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

E se o seu time fosse uma banda?

Buenas pessoal. Recebi um interessante e-mail de um amigo e resolvi compartilhar aqui com vocês.

Se o seu time fosse uma banda, que banda seria?

Grêmio = Sepultura
Um de nossos sucessos internacionais. Mas na terra do molejo e do samba faceiro, muitos acham que eles pegam pesado demais.

Corinthians = Michael Jackson
Um dos mais populares da história, envolveu-se em escândalos e até mudou de cor. Têm apostado em criancinhas como Lulinha e Dentinho.

Palmeiras = Aerosmith
A banda tem enorme tempo de estrada. Mas suas músicas só atingem o estrelato quando faz alguma parceria.

São Paulo = Queen
Já foi eleita a melhor do mundo algumas vezes e um dos seus integrantes é assumidamente homossexual.

Santos = Beatles
Nos anos 60, não tinha pra ninguém. Só que até hoje é lembrado no mundo inteiro pelos sucessos de 40 anos atrás.

Vasco = Oasis
Banda de qualidade e importância inquestionáveis. Todo mundo quer gostar dela quando ouve, mas a imagem do ex-líder faz muita gente ainda sentir aversão.

Internacional = Led Zeppelin
Reinou nos anos 70 e morreu nos 80. Seus líderes conseguiram juntar os cacos e voltar nos anos 2000, com uma inesquecível turnê mundial.

Fluminense = Titãs
Banda charmosa e simpática e, no Brasil, é querida por muitos. O problema é que ninguém nunca ouviu falar fora de nossas fronteiras.

Botafogo = Rolling Stones
Seria o maior da década de 60 se não houvesse um rival mais popular. Teve seu Satisfaction em Garrincha. Há alguns anos retomou o rumo e está feliz da vida.

Cruzeiro = Paralamas do Sucesso
Na América do Sul é respeitado e campeão de vendas. Mas quando participa de um festival com bandas européias é café com leite.

Flamengo = Jorge Ben Jor
Há muito tempo não produz um grande sucesso. Mas é incrível como segue popular e nunca sai da moda.

Coritiba = Banda Blitz & Evandro Mesquita
Um raro sucesso nos anos 80, que os seus fãs ainda cantam nos dias atuais, por falta de outras músicas boas.

Ponte Preta & Guarani = Chitãozinho e Xororó
Quando apareceram ganharam muitos fãs pelo Brasil, viraram febre, mas nunca foram unanimidade. Depois de um tempo, e de tantas imitações, se relegaram aos seus poucos fãs do interior.

Goiás = Leonardo
Tomou espaço de outros similares, e vez ou outra emplaca um sucesso, mas nunca chegando ao topo como seus inspiradores.

América-RJ = Erasmo Carlos
Parceiro na panela Jovem (RJ) da década de 60, hoje em dia vive só de nome e de lembranças dos saudosistas e dos poucos fãs malucos que são diretores de TV.

Remo = Calypso
Orgulho do Pará. Só do Pará.

Atlético Paranaense = Amy Winehouse
Já foi muito badalada e considerada a estrela mais promissora dos últimos tempos. Mas atualmente é boçal, desperta ódio em todos e está para morrer a qualquer momento.

Paraná Clube = Los Hermanos
Seus poucos fãs juram que a banda é muito boa. Mas, fora eles, ninguém mais no mundo sabe que ela existe.

Design vende. Até cadeado pode inovar no visual e ficar mais atraente


Papaiz inovou e lançou a Linha de Cadeados Fashion. Em vez daquele ar sóbrio, estampas e cor. Veja mais: http://www.novidadepapaiz.com.br/


No desfile da estilista e ilustradora Fábia Bercsek, no SPFW Verão 2009, as pessoas se surpreenderam com os Cadeados Papaiz em suas roupas.
Uma mistura de modernidade e romantismo.


Essa aposta para um visual descolado e cheio de atitude tem ganhado as ruas e evidenciado personalidade distintas.

Se até o cadeados podem se abrir para inovações, por que a gente não inova mais??

terça-feira, 19 de maio de 2009

Mais anúncios para a lingerie K-Lynn


Com essa foto a JWT de Dubai vendeu...


O óbvio: Lingerie K-Lynn. Conceito: "2nd skin underwear."

Agora as melhores ideias, na nossa opinião, foram:

"Depois do presente dele, vem o presente dos dois".
Para motel.
Criação do Geraldo Franca. Parabéns, Geraldo.

"O que realmente importa em uma calcinha não é o lacinho."
Academia Curves, especialista na modelagem de corpos femininos.
Criação do Viscerebral. Valeu, Viscerebral.

“Hope Confort Line. Calcinhas realmente confortáveis.”
Criação do Iuri Castelo. Boa, Iuri.

Valeu a todos que participaram. Quarta-feira tem outra imagem.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

armadilha lógica

Beltrano nasceu no Brasil e jura de pé junto que todos os brasileiros são mentirosos.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? Mande sua sugestão. Segunda-feira nós publicamos o anúncio original.

terça-feira, 12 de maio de 2009

A salvação dos ricos


Em mais uma semana de escândalo na política (caso zogbi), assunto habitual assim como tiroteio no rio ou sequestro em são paulo, chega ao Brasil uma promessa que pretende 'revolucionar' a vida dos ricos e famosos (nem vou dormir esta noite): o elysiants.

Trata-se de uma rede social de luxo, onde só pessoas vips podem fazer parte.

Segundo o criador da rede, houve um tempo em que o bacana era colecionar centenas de amigos em redes sociais como Orkut e Facebook, mesmo sem conhecer metade deles. Hoje a tendência entre esse tipo de público é ser cada vez mais seletivo.

A festa de lançamento será hoje em São Paulo com a presença de 600 'celebridades' convidadas.

E você, recebeu o convite?

Estômago. Um filme delicioso


Desde que li uma reportagem sobre esse filme eu fiquei louco para assisti-lo.

Ontem finalmente foi o dia.

Sensacional.

A história gira em torno de um cara simples que muda para a cidade grande em busca de uma vida melhor.

Por causa do seu talento culinário ele consegue muito mais do que imaginava.

A trama é paralela, mistura muito bem cenas de passado e futuro, restaurante e prisão, poder e sexo.

O filme ganhou 4 troféus Oscarito no Grande Prêmio Cinema Brasil: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Babu Santana) e Melhor Roteiro Original.

Quem dirigiu foi o curitibano Marcos Jorge. Ele diz no site oficial do filme http://www.estomagoofilme.com.br/:

"Em geral, os filmes gastronômicos falam de “alta” cozinha.

Basta lembrar de “Vatel”, “Como Água para Chocolate”, “Simplesmente Martha”, ou “A Festa de Babette”.

Mesmo “O Cozinheiro, O Ladrão, Sua Mulher e o Amante” aborda o tema a partir de um restaurante fino.

No Estômago, o que queríamos era mostrar a beleza dos pratos populares, e a preparação deles em ambientes, como freqüentemente acontece, precários.

Mesmo assim, queríamos que o filme deixasse o público com fome."

Para quem, como eu, aprecia culinária e gosta de um roteiro bem encadeado é um prato cheio.

Mais anúncios para a lanterna maglite


segunda-feira, 11 de maio de 2009

Com essa foto a Leagas Delaney de Hamburgo desvendeu...


Solitaire. A mais fina maglite (lanterna) do mundo.

Simplesmente lamentável.

Como uma agência propõe um anúncio desses??

Como uma marca assina um anúncio desses??

É por essas e outras que a velha propaganda exagerada, que faz tudo para chamar a atenção, vem perdendo a credibilidade.

Nada de ousado.

Apenas perigoso e irresponsável.

É Show!

Show do "The Killers" no EMA 2008. Pra quem já viu, vale a pena rever.

Twittada

No bluebus - Em pleno Dia das Mães, a operadora de telefonia móvel Tim enviou um torpedo promocional para sua clientela, incluindo várias mães, que encerrava com a seguinte sugestão: "Faça novos amigos no Chat e encontre um grande amor no Cupido."

Bela 'homenagem' hein?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Sexta poltrona

Freud, além da alma




Escrito por ninguém menos que o filósofo existencialista Jean-Paul Sartre, o filme faz um recorte da vida do pai da psicanálise, cobre o período desde que ele se graduou no curso de Medicina na Universidade de Viena até a formulação da sexualidade infantil.

A viagem de Freud a Paris, para estudar com Jean-Martin Charcot, que era o maior estudioso da histeria à época, foi determinante para a descoberta da psicanálise. Charcot demonstrou que a histeria não era fruto de bruxaria, mas sim de origem psíquica. A partir de então, Freud começou a hipnotizar seus pacientes histéricos, juntamente com Breuer, obtendo resultados expressivos.

Outra virtude do longa metragem foi a de inter-relacionar a vida pessoal de Freud com as suas descobertas. O conceito de complexo de Édipo foi extraído da obra "Édipo rei", de Sófocles, que Freud conhecia desde a sua infância. Mas, o amor que ele nutria pela mãe e o desejo de matar o pai para poder usufruir com exclusividade do carinho materno, foi essencial para a construção da sua teoria da sexualidade infantil.

Ao final do filme, ao expor sua tese para os colegas, Freud é ridicularizado, inclusive por seu mestre e amigo Breuer.

A história vem provando-nos que Freud, muito mais que motivo de riso, é motivo de aplauso.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Novidade digital na terra do tio sam


A Amazon (gigante americana do varejo virtual) acaba de lançar a nova versão do Kindle DX. Um leitor eletrônico que promete revolucionar a leitura de jornais, revistas, livros e até mesmo blogs.
Com tela de aproximadamente 25 cm (duas vezes maior que a versão anterior lançada em 2007), o Kindle DX ainda conta com um teclado qwerty completo para anotações, resolução de 1200 x 824 com 16 tons de cinza e 3,3 GB de memória, o suficiente para armazenar 3500 livros.
Além disso, permite que o usuário rotacione a imagem para visualizar o conteúdo na horizontal ou vertical, possui leitor PDF e os documentos podem ser baixados diretamente de uma rede 3G, enviados por email ou conexão USB.
Com o Kindle DX os jornais esperam atingir milhões de leitores em todo o mundo.
Nos EUA o aparelho está em pré-venda, comercializado a US$ 489.
Não há previsões de quando chegará por aqui.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Com essa foto dá pra vender o quê?


Quais associações criativas essa imagem inspira? Mande sua sugestão. Segunda-feira nós publicamos o anúncio original.